PRESÍDIO OU CASA DE CUSTÓDIA: JAMAIS
Meus amigos leitores a reflexão que faço hoje é a respeito das condições em se que encontra a segurança em nosso Estado. Assistimos estarrecidos nesse fim de semana, a absurda agressão feita a uma aeronave da Polícia Militar, em pleno Centro do Rio de Janeiro. O helicóptero abatido proporcionou cena dantesca, inúmeras vezes assistidas em filmes de guerras contemporâneos - dor, desespero e medo dos assistentes ao vivo ou na telinha.
No entanto lamentável foi a declaração do Senhor Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, disse ele: “sabíamos da invasão ao morro, mas nada fizemos porque não tínhamos condições de fechar todas as entradas.”
Apesar de não ser policial ou técnico em segurança, o bom senso diz que a presença do policial, mesmo em número reduzido, causa sempre intimidação a quem pretende delinqüir. Por isso, Senhor Secretário as suas declarações foram de uma infelicidade de causar espanto e preocupação a nós simples mortais, moradores desse lindo Estado que se propõe sediar uma Copa do Mundo de Futebol e, posteriormente, uma Olimpíada.
Sabemos que o Estado do Rio de Janeiro não é produtor de armas ou tampouco de munições, mas sabemos também, que a falta de uma policia ostensiva proporciona facilidades nas chegadas desses armamentos pelas estradas, aeroportos clandestinos e via mar.
Desse modo se faz necessária a adoção de uma ação preventiva, como a infiltração de homens treinados nas facções criminosas, no estilo “intocável,” para tal urge que medidas sejam tomadas, exigindo-se do Governo Federal participação ativa na política de segurança, oferecendo e contribuindo com recursos de imediato liberados, a serem aplicados na modernização dos equipamentos, cursos de atualizações, logística etc.
A formação profissional, também é requerida criando-se carreiras atrativas com remunerações e condições condizentes com os riscos a serem enfrentados no cotidiano policial.
Por conhecer as brechas e caminhos das normas de punição e disciplina, os operadores dos crimes, deitam e rolam com a fragilidade dos recursos judiciais aplicadores das medidas corretivas.
As reformas das leis são fatores de ajuda no combate ao crime organizado, pois o simples conhecimento do rigor disciplinar obrigará ao pretenso infrator a pensar muitas vezes, antes de transgredir;
TOLERÂNCIA ZERO.
O povo quer e espera AÇÃO. Palavras o vento as leva. Chega de blá, blá, blá...
Estamos cheios de conversas de políticos. Quando são candidatos tudo sabem, tudo prometem. Eleitos – nada sabem, nada fazem.
Por isso quando dizem que irão solucionar a situação dos presos primários da Região Serrana instalando uma Casa de Custódia em Teresópolis, não acreditamos em uma só palavra. Eles ficam quatro ou oito anos na administração pública, incham os patrimônios pessoais, pegam os seus paletós e se mandam e, o povo OOOH!!! E a Casa de Custódia vira um Presídio, abrigando todo tipo de internos pelos mais diversos crimes praticados.
DROP VENENO
IMORAL a participação de pessoas ligadas à administração municipal de Teresópolis, em concurso público para a mesma.
IRRESPONSABILIDADE a tentativa de anulação do concurso público, prejudicando quem passou e não participou da suposta fraude. Pagam os justos pelos pecadores.
CASA DE CUSTÓDIA desenvolvimento ou (dez)envolvimentos? Não precisa explicar. Eu só queria entender.
